Crônica: Saudade

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Olá gente, tudo bem? Bom, aqui no blog além de críticas de livros e tags, postarei algumas crônicas, gosto muito de compartilhar pensamentos, coisas que vejo em meu dia a dia, sobre pessoas, sentimentos e sobre a vida.

Então, para começar, vou compartilhar uma crônica que escrevi quando estava no 2° ano do Ensino Médio. Espero que curtam!




E naquela manhã, olhando aquele mar, e a grande imensidão lembrei de suas doces palavras:

- Meu amor, nunca te deixarei, e aqui ao seu lado com meu amor estarei.

Ao olhar, vi que naquele banco estava sozinho, e percebi que aquela promessa não tinha se cumprido. Algo em meu peito cresceu, e minha respiração acelerou, quando em uma lágrima senti sua falta. Então, gritei dizendo:

- Maria! Onde estás? Há uma promessa, eu preciso dela.

E como se fosse uma resposta o sol nasceu, e com toda a sua força, seus raios, percebi que tinhas mesmo partido, não por vontade própria, mas por algo maior.

Pude então respirar fundo e sentir seu cheiro, sentir saudade. E essa saudade significara uma promessa, você tinha existido.

Levantei-me e disse:

- Obrigado Sol, amanhã voltarei, como todos os dias, para que você me diga que ela existiu. Que tenho saudade.

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